Expediente


Projeto gráfico: *Alessandro Abdala.
Projeto editorial, redação e seleção de fotos: *Claudia Komesu.
Revisão: Cristian Andrei, *João Quental, Marcelo Ferlin e Nadiajda Ferreira.

Fotos gentilmente cedidas por: *Adams Serra, *Alessandro Abdala, *Claudia Covolan, *Claudia Komesu, Cristian Andrei, *Dario Sanches, *Elisa Torricelli, *Felipe Bittioli Gomes, *Geiser Trivelato, *Jefferson Silva, *João Quental, *João Sérgio Barros, *Lucas Valério, *Luiz Ribenboim, *Marco Crozariol, *Michel Giraud Audine e *Vinicius Pontello.
*José Carlos Garcia, Nathalia Yamauti, *Paulo Guerra, Robson Czaban e *Willian Menq também apoiam o site.

A revista foi impressa em papel couché 170g/m2 pela KM Editora e Gráfica, Uberaba – MG, em maio de 2012. Tiragem de 3.600 exemplares.

Agradecemos a todos que contribuem para a divulgação do birdwatching.

Polícia-inglesa-do-sul: registrada por *Lucas Valério com uma Canon Rebel T1i, lente Canon 70-300. ISO 200, f/7.1, 1/160.

Cabecinha-castanha: registrado por *Jefferson Silva com uma Canon 50D, lente 100-400. ISO 400, f/5.6, 1/250.

Cardeal-do-nordeste: fotografado por *Adams Serra com uma Canon 1D, lente Canon 600mm e tele 1.4. ISO 800, f/5.6, 1/320.

 

 

A foto da capa


O maravilhoso beija-flor da capa da revista é um topetinho-vermelho, uma das especialidades da região de Itatiaia, registrado por *Luiz Ribenboim, um dos principais nomes no birdwatching brasileiro.

Luiz faz diversas ações pela divulgação do birdwatching, inclusive produzir e distribuir cartazes e adesivos sobre o birdwatching, e foi o primeiro convidado a enviar um post para a Virtude.

É conhecido por todos do meio por suas lindas fotos, dedicação, mas também muita generosidade e espírito zen. A disposição de Luiz em ajudar, elogiar e apoiar as pessoas já incentivou muita gente a mergulhar no birdwatching.

Luiz usou uma Nikon D700, lente Nikon 600mm. ISO 1250, f/4, 1/250.

 

A foto da terceira capa


Aquidauana, Mato Grosso do Sul. As aves estão em todos os lugares, mas o Pantanal merece a fama de destino especial.

Esse belo entardecer foi registrado por Cristian Andrei, um grande fotógrafo de paisagens e aves em voo. Cristian se interessa por fotografia desde a adolescência, fez vários workshops com Araquém Alcântara, e foi quem apresentou a fotografia de natureza e o birdwatching para mim, Claudia Komesu. Cristian e eu somos os autores do Calendário LCA, um brinde exclusivo para clientes com fotos de natureza, com tiragem de 3 mil unidades.

Eu lidero o projeto da Virtude-AG, mas nada disso seria possível (não teria conhecida a fotografia de natureza, nem o birdwatching, nem teria me aposentado, nem teria dinheiro para produzir a revista) se não fosse pelo Cris, a quem agradeço com todo amor.

Nesta foto, Cristian usou uma Nikon D300, lente Nikon 70-200. ISO 200, f/4, 1/80.

 

A foto da quarta capa


O periquito-rico é uma ave muito comum, inclusive na cidade de São Paulo. Esta foto foi feita por mim, *Claudia Komesu no Parque Villa-Lobos, em uma tarde de setembro. Estava indo embora, apenas admirando a beleza das flores, quando o casal pousou na minha frente. Deu tempo de tirar a câmera da mochila e registrá-los.

Tenho um apreço especial por espécies comuns em fotos bonitas, contrastes, fundos desfocados, poses e olhares.

Esta foi foi feita com uma Canon 50D, lente Canon 100-400. ISO 250, f/5.6, 1/160.

 

Como a revista foi feita


Há cerca de um ano atrás, descobri que não era muito caro imprimir essas minirrevistas. Fiquei entusiasmada com a ideia de uma revista gratuita sobre birdwatching, e até tentei convencer alguns conhecidos, mas o projeto só fluiu quando surgiu a oportunidade de fazermos uma revista da Virtude.

A Virtude começou a tomar corpo em março de 2012. No início de abril, o Guto Carvalho me convidou para apresentar a Virtude no painel de blogueiros do Avistar, e foi aí que pensei (depois do Cris me convencer a participar) “se estarei no Avistar, quem sabe agora poderíamos produzir a tal revista de birdwatching, com material do site”.

Sou uma editora aposentada. Tenho tempo. Meu marido, Cristian Andrei, além de ter permitido e incentivado minha aposentadoria, também disse que bancaria a impressão das revistas. Eu e o Cris temos milhares de fotos, mas além das nossas, agora tínhamos o material da Virtude. As pessoas que estavam contribuindo para o site provavelmente também topariam participar da revista. Ainda faltava um designer: o Alessandro Abdala, criador do logotipo da Virtude, topou na hora, e disse que executaria o projeto mesmo que não conseguíssemos patrocínio.

Anunciei o projeto, todos do site autorizaram o uso das fotos. Avisei também as pessoas que me disseram que gostariam de participar do site, mas ainda não tinham mandado material. Montei a estrutura da revista em um PowerPoint, uma grande herança da LCA, usando muitas coisas que aprendi com a Nathalia Yamauti e a Cássia La Serra. Redigi os conteúdos, escolhi as fotos principalmente a partir do que estava publicado na Virtude. Enviei o primeiro draft para o Guto Carvalho, o João Quental e o Marco Crozariol. Os três disseram que gostaram, Quental ajudou a melhorar os textos, com a leitura do Marco eu estava tranquila de não ter escrito nenhuma bobagem ornitológica.

Enviei esse draft também a possíveis interessados em ter espaços patrocinados na revisa. Não tinha muita esperança. Apesar do evento ser bom, o material de primeira, a Virtude ainda é uma desconhecida. Mas dinheiro não seria um problema, já que as fotos foram cedidas pelos autores, o Alessandro faria o projeto mesmo que não houvesse patrocínio, o Cris havia topado pagar a impressão, a redação e gerenciamento eu faria, e contava com amigos editores para a revisão final.

Recebi as fotos dos autores, imprimi todas em uma impressora caseira, mas com resultado confiável, uma velha HP 7960. Todas estavam com ótima definição e lindas cores. Enviei-as para o Alessandro, como referência de cor para o dia da impressão na gráfica. A Pousada Aguapé se interessou pelo espaço na página do Pantanal. Dos outros possíveis patrocinadores, recebi algumas respostas negativas, mas muitos só ignoraram a mensagem. Um amigo do Cris também tentou contato com ONGs, mas vi o que já tinha visto em outros momentos: ONGs e fundações ligadas à natureza sentem que não há nenhuma relação do trabalho delas com o birdwatching. Já fui a um evento e conversei com turismólogos e funcionários de secretarias estaduais que faziam uma vaga ideia do que é birdwatching.

Entrei em contato com duas agências internacionais de birdwatching: a Tropical Birding e a Rockjumper Birding. A Tropical conheci por causa do Nick Athanas, autor da mítica foto do tangará-rajado. A Rockjumper por uma pesquisa no Google, considerei-os o melhor site no assunto. As duas responderam, mesmo com meu inglês pé-quebrado. Elas não poderiam ser patrocinadoras, mas Nick Athanas, um dos sócios da Tropical lembrava do meu e-mail de 2009 (quis contar pra ele que tinha caído de amores pelo birdwatching quando vi a foto dele do tangará-rajado), e que poderia contribuir com posts de vez em quando. A Rockjumper demorou um pouco, mas também respondeu e disponibilizou os trip reports deles, e estou em contato com o departamento de marketing para receber as fotos dos trip reports.

O custo de impressão de 3.600 revistas no tamanho 20×15, 16 páginas, papel couché 170g, toda colorida foi de R$ 2.750 com a KM, uma gráfica de Uberaba com quem o Alessandro já fez trabalhos, e onde ele teria a prova digital e poderia acompanhar a impressão. Negociei um desconto e ganhei o frete para São Paulo, que seria algo como uns R$ 300.

A cartoesmaisbarato.com.br tem preços menores, mas com uma outra configuração: papel 150g, pacote de 2.500 ou 5.000 (eu não teria conseguido imprimir só 3.600), recomendação para tomar cuidado com o contraste de cores de frente e verso para não manchar, e sem prova de impressão ou acompanhamento em gráfica. Ou seja, se meu limite de budget fosse menor, poderia fazer com eles, mas com um projeto gráfico mais simples e menos colorido, e torcer para não dar problema na impressão.

As revistas serão entregues no Parque Villa-Lobos na semana que vem, no dia 17. Não vejo a hora de ter em mãos.

[em construção]