Pequena, muitas fotos e pouco texto, direcionada para quem ainda não conhece o birdwathing. Tiragem de pelo menos 2.500 exemplares. Conteúdo feito a partir do site da Virtude. Provável contato com os criadores de pássaros.

 

(Se você recebeu meu e-mail do dia 10/04 não há novidades para você, o texto é parecido com o que você já leu)

Por Claudia Komesu.

Se não houver nenhum imprevisto grande, a Virtude terá uma minirrevista para ser distribuída durante o Avistar. Formato pequeno (20x15cm, como se fosse uma dessas revistas de farmácia), 16 páginas. Mas toda colorida, papel 150g, e uma tiragem de pelo menos 2.500 exemplares.

O objetivo da revista é divulgar o birdwatching para quem ainda não conhece. Fotos bonitas, pouco texto, referências para ler mais informações aqui no site da Virtude.

O conteúdo terá como base principalmente o conteúdo da Virtude. Farei a seleção a partir do dia 16 de abril. Ou seja, se você ainda não enviou seu material e gostaria de ter a chance de participar da revista precisa mandar seu texto e fotos até dia 15 de abril, domingo, junto com e a confirmação de que você autoriza o possível uso na revista.
Desculpem pelo prazo curto, mas foi repentino, decidimos no final da semana passada. Lembre-se que enviar o texto e as fotos não significa que elas vão entrar na revista, a decisão do conteúdo será uma decisão posterior.

A impressão da revista será paga pelo Cris (meu marido), e o projeto gráfico será criado e executado em CorelDraw pelo Alessandro Abdala, autor do logotipo da Virtude. A organização do Avistar vai ajudar com a distribuição e também será parceira no projeto.

Vamos buscar patrocínio para a revista. Se der certo, primeiro vou pagar o Alessandro e o Cristian e, se ainda sobrar dinheiro, entrará como caixinha da Virtude, para alavancar outros projetos relacionados com o site e a divulgação do birdwatching no Brasil.

O conteúdo da revista será decisão minha, com base principalmente no material da Virtude. Quem tiver interesse em ter uma foto ou referência na revista, por favor me mande um e-mail dizendo que estou autorizada a usar seu material. Não pretendo pagar por esse uso, porque não tenho certeza se haverá patrocínio (o Cris e o Alessandro toparam participar mesmo que não haja), e se houver patrocínio é uma chance única de levantar dinheiro para o projeto. Quem quiser participar terá que ser voluntariamente.

Após decidir o conteúdo vou procurar empresas / pousadas / marcas / pessoas que pudessem se interessar em patrocinar. O conteúdo final é decisão minha, não serão publicadas informações falsas ou que soem a pura propaganda. Por exemplo, se uma pousada X é importante em uma cidade que decidimos divulgar, ela será mencionada no texto. Se essa pousada quiser ser patrocinadora, o conteúdo sobre ela aparecerá com mais destaque. Mas se ela é importante, não deixaria de ser citada mesmo que não queira ou não possa ser patrocinadora.

Uma informação importante: vou fazer contato com os criadores de pássaros e possivelmente eles terão um espaço na revista para falar sobre o que eles fazem para ajudar a combater o tráfico de animais. Orientações sobre a checagem da documentação, checar anilhas, denúncias, orientações a novatos suspeitos etc.

Sei que há muitos criadores ilegais, que fazem parte da rede do tráfico, que maltratam as aves, mas também há os idôneos, que amam as aves, e que iriam gostar do birdwatching. Entre nossos colegas birdwatchers, temos várias pessoas que antes criavam aves. De qualquer forma um texto como esse poderia ser um reforço positivo, e ajudaria na divulgação do birdwatching entre os criadores. Quem sabe um dia eles até mudam de hobby? Mas esse contato tem que ser de forma respeitosa, sem críticas.

Também é possível que eu ofereça a possibilidade deles serem patrocinadores, ou seja, pagarem para aparecerem com um pouco mais de destaque.

Quem quiser participar da revista precisa estar ciente de que é provável que haja essa página sobre os criadores. Estou explicitando dessa forma porque sei que para algumas pessoas as aves em gaiola são uma questão muito forte e emocional.

Não se preocupem que a questão do patrocínio nunca vai deturpar o conteúdo. Por exemplo, jamais apareceria um texto dizendo que os criadores só compram aves certificadas, ou que as notícias sobre anilhas falsificadas são mentiras.

O primeiro compromisso da revista é ter conteúdo interessante e confiável. O possível patrocínio é útil mas não manda no projeto.