Por que vale a pena: Pra quem já passarinhou no Brasil ou em outros lugares dos trópicos, a diversidade e os desafios da Europa estão num patamar abaixo. Mas o Sul da França reúne qualidades únicas: a paisagem rural, comidas locais, flamingos e outras aves, tranquilidade, ótima infraestrutura turística e as incríveis construções romanas de mais de 2 mil anos.

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Como decidimos a viagem

Esta foi uma viagem atípica. Íamos para Nova York no dia 11 de maio aproveitar a cidade e a migração de warblers que passam pelo Central Park, mas algumas horas antes de sair de casa descobrimos que o visto do Cris estava vencido. E foi assim que duas semanas depois fomos parar no Sul da França.

Viagem de casal com fotografia de natureza e passeios urbanos

O foco da viagem não foi birdwatching. Levamos o equipamento, mas o tempo com fotografia foi dividido com passeios urbanos. Não somos hábeis em descobrir e identificar aves, mas o azar de pegar veint violent e chuva nos três primeiros dias atrapalhou bastante os avistamentos.

Ainda assim, vimos 58 espécies de aves, fotografamos 46 espécies, conseguimos fotos razoáveis-boas de 28 espécies. Se você não é birder, só pra ter uma ideia: um guia ornitológico numa manhã na Mata Atlântica identifica facilmente o som de mais de 100 espécies de aves. Na zona rural de cidade do interior de São Paulo, sem nenhuma grande área preservada, é possível ver mais de 40 espécies numa manhã.

Birdwatching e natureza no Sul da França

A França tem uma posição privilegiada na Europa. O país tem cerca de 300 espécies de aves que se reproduzem dentro do território, mas se contarmos os migrantes, o número chega a 570.

Destaques do que vimos: o pintassilgo-europeu, o verdelhão, garça-branca-pequena-europeia (espécies que também estão na lista do Brasil), o Northern Lapwing – o quero-quero deles, que tem topete, Red-backed Shrike – uma visão incomum na região em junho, um lindo faisão – como nos quadros, Barn Swallow bem de perto – uma andorinha comum e bem bonita, European Serin cantando muito, belas visões de alguns tipos de gaivotas, a Eurasian Jay – uma gralha muito bonita. Três aves que eu queria muito ter visto, mas não vimos: Erithacus rubecula (um fofinho com o peito laranja, que aparece na primeira cena do filme O Gladiador), o Luscinia svecica (um fofinho de garganta azul), e o Panurus biarmircus (um fofinho de bigode).

Mas o grande destaque são os flamingos-rosados. A Camargue é um local de nidificação. No Etang du Fangassier os bandos passavam voando baixo. Piquenique com queijos franceses, pão fresco, geleias e patês, tendo como visão os bandos de flamingos é algo que, por si só, já valeu a viagem.

Os flamingos eram um pouco ariscos. Se parávamos o carro, eles começavam a se afastar. Mas no Parc Ornithologique de Pont de Gau, em Saintes-Maries-de-la-Mer, há bandos que se acostumaram a receber comida. Eles são livres, mas perderam o medo das pessoas. Confesso que prefiro os mais recatados, no parque era tão fácil que dava sensação de zoológico.

Outra imagem emblemática da região são os lindos cavalos brancos. Acho que não há mais cavalos selvagens há bastante tempo. Tentamos pesquisar, e a informação que encontramos é de workshops em que os fotógrafos pagam caro para terem a estrutura em que levam cavalos para fotografar na praia e nos campos.

No Sul da França a luz parece ser mais branca, há estradas com vegetação bonita e cores de Van Gogh, num dos dias pegamos céu escuro de chuva com arco-íris e luz dramática. Os famosos campos de lavanda da região ainda não tinham começado a florescer. O auge da florada é meados de julho, alto verão, uma época muito alegre mas também lotada.

Onde fotografar aves

Acho que nossas indicações, por não estarmos dedicados e por termos pegado dias de ventos violentos, não valem muita coisa. São as estradas nos arredores de Saintes-Maries-de-la-Mer, mas para pegar informações com mais detalhes, vale a pena ver este trip report:

http://www.stephenburch.com/trips/france/france.htm

Clima, mapas, segurança, carro

Junho é o final da primavera na Europa. Temperaturas na casa dos 20 graus, em alguns dias até 24. Nublado e um pouco de chuva em alguns dias, em outro sol peno. O problema foram os dias de veint violent: gélido e muito forte, de passar frio mesmo com blusa de lã e casaco. Os flamingos e as andorinhas não se importavam com esse vento que em alguns momentos tornava difícil até mesmo erguer e segurar a câmera, mas as aves pequenas deviam ficar abrigadas em algum lugar.

Usamos o mapa da Sygic para Ipad, e o carro que alugamos também tinha GPS. Nosso carro foi um Peugeot 3008 diesel da Hertz.

A França é um local seguro no geral, mas toda aglomeração de turistas aumenta o potencial de furtos. Temos um casal de amigos que teve o carro arrombado e as malas furtadas enquanto visitavam uma abadia, uma história que nos deixou preocupados. Quando o carro estava com as malas, mudando de um hotel para o outro, só deixamos o carro em garagens pagas. E é claro que as câmeras nunca ficavam à vista nos bancos.

Guias: Fodor’s, Michelin, Trip Advisor, guias para birdwatching

No Brasil compramos um Fodor’s France 2012. Na França compramos um Michelin Province 2012, um Observer les oiseaux en Camargue – de Michel Gauthier-Clerc e Yves Kayser, e um 440 oiseaux – Les Indispensables Delachaux – de Volker Dierschkle, e um guiazinho de bolso Des Oiseaux de France, os três da editora Delachaux et Niestlé.

O Fodor’s nos deu uma noção básica das áreas, mas a indicação dos restaurantes estava bem furada. Vários estabelecimentos fechados – crise, imaginamos. O Michelin deu a dica de um lugar de que gostamos muito: a cidade de Roussillon com suas cores ocre. O guia das aves da Camargue é muito interessante: prático, feito para leigos, com informações sobre as espécies, sobre os parques, mapas, a região mês a mês, tabela com abundância das espécies. Mas na verdade não pudemos usá-lo muito, por causa dos tais veint violents. O 440 Oiseaux também é muito bom, com mapas de distribuição das espécies. Foi fácil identificar todas as aves fotografadas graças a esse guia (me perdoem se eu tiver confundido algum LBJ).

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Na maioria das vezes usamos o Trip Advisor para decidir hotéis e restaurantes. Nos demos bem nos hotéis, mas nos restaurantes houve várias divergências da nossa opinião e da opinião geral dos outros. Em 2012 o Yelp acertou todas em Nova York. A suposição é de que as opiniões do Trip Advisor para a Europa vêm de um público bem mais heterogêneo.

Destaque para os piqueniques, sem grandes méritos para os restaurantes, nem mesmo para um estrelado da Michelin

Para nós a alimentação é uma parte importante da viagem. Os piqueniques e restaurantes ganharam um post só para eles. Neste link.

O Gladiador não é pura balela

Sabíamos que veríamos paisagens diferentes, aves diferentes, e que teríamos bons restaurantes, passeios urbanos, museus. Tivemos tudo isso e algo muito maior, que minha cultura superficial não associava com o Sul da França: as construções romanas.

Nunca me senti tão impressionada frente à engenhosidade de uma construção como fiquei com a Arena de Nîmes, a arena mais bem preservada no mundo, com capacidade para 20 mil pessoas (e em sua época havia 20 outras arenas maiores do que ela). Mais de 2 mil anos, e bem inteira. Foi ocupada pelos Visigodos, depois foi residência da nobreza, depois abrigou a população quando os Lautrec se cansaram dela, chegou a abrigar mais de 600 moradores. No século XVIII a prefeitura desocupou a área, que voltou a ser usada para espetáculos. No dia que fomos estavam montando a estrutura de um palco. Nos divertimos vendo dois franceses só de shortinhos, com jeito de alpinistas que comandavam as ações dos peões da obra.

As outras antiguidades de que gostamos muito: Glanon, em Saint-Remy-de-Provence – um arco e um mausoléu também muito bem preservados. O arco marca a entrada de uma cidade, descoberta apenas em 1920, porque um especialista em antiguidades falou “arcos marcam entradas de cidades. Onde está a cidade?” Começaram a escavar, e acharam a cidade soterrada. Não há construções bem preservadas nessa cidade, mas a visão é emocionante. Diferente de outras antiguidades, ela está num local isolado, não no meio da cidade. Você passa por uma portaria, anda por um caminho estreito, faz uma curva, e de repente se depara com as ruínas rodeadas por rochas, árvores. Sentamos na grama, solenes (como quem cai de joelhos), imaginando a vida das pessoas que viviam lá há 2.000 anos. O porte das construções, a beleza delineada e que depois você pode ver por desenhos e maquetes, o sistema de esgoto, piscinas, mercado, espaços amplos, harmonia. Também era uma época em que 50% dos recém-nascidos morriam nas primeiras semanas, mas quando você compara com a Idade Média e com as cidades de hoje, dá uma sensação nítida de retrocesso.

Não escondo de ninguém que O Gladiador é um filme que me fez chorar muito. Saí do cinema e tive que ligar para meu melhor amigo, chorando, falando coisas como “Roma era tão bonita, e nossas cidades são tão feias…” Já vi antiguidades no Louvre, no Metropolitan, mas ver no local algo grandioso como uma arena traz outra sensação. Na volta pro Brasil reassisti a O Gladiador, mas dessa vez pensando que não havia exageros de Hollywood. Ainda que a personalidade dos heróis lembre mais militares do bem dos Estados Unidos do que a imagem que associamos com franceses ou italianos, as cidades eram realmente grandiosas e lindas de doer. Eu sei que havia escravos, guerras, doenças, que a vida só era boa para alguns cidadãos. Mas a estrutura das cidades, a concepção de espaços públicos, a beleza das construções (ainda mais quando comparamos com uma cidade como São Paulo) são argumentos que calam na alma.

Uma viagem para degustar por muito tempo

Toda a região do Sul da França tem ruínas, construções da época dos romanos e medievais, além do charme das próprias cidades atuais. Várias cidades têm uma parte de cidadela medieval, com suas ruas estreitas e casas de pedra, mas tudo tão limpo, bonito, florido que é impossível não pensar em como era bem diferente na época em que foi construído.

É fácil se sentir desnorteado, com uma sensação de “obrigação” de visitar muitos lugares, mas isso é um erro. Pelo menos para pessoas como nós, que precisam de sossego e tranquilidade para poder curtir os passeios. A partir do segundo dia nos conformamos que não veríamos todas as principais atrações, e que era preciso encerrar as atividades de fotografia mesmo com a luz bonita se o objetivo fosse almoçar ou jantar (os horários dos restaurantes europeus são estreitos e rígidos).

Sabemos que em quantidade de atrações e programas, vimos pouco. Mas em intensidade, aproveitamos muito. Já fomos para lugares impactantes como Torres del Paine, os parques da África do Sul, o Pantanal, um pouco da Amazônia. Mesmo assim, temos muitas lembranças queridas dessa viagem, piqueninques com vista para flamingos ou para as construções de 2.000 anos, a sensação de estar sentada na arquibancada de uma arena romana, a grama, o céu bonito, o cenário da vila romana de Glanon, o prato especial de tapas sob o sol da primavera em Nîmes, o céu escuro da chuva com arco-íris nos campos de Cacharel.

Descrição das atividades dia a dia e links para os hotéis, restaurantes e atrações

26/05/13: saída de Guarulhos no voo das 17h

Arles: estada no Auberge du Mas de la Feniere (3 noites)

27/05: chegada em Marselha no aeroporto de Marignane (antes, escala em Paris, muita correria para pegar o voo a tempo, 1h de intervalo entre um voo e outro é loucura. Pensei que eles fazem esse tipo de conexão pela diversão de ver os brasileiros correndo desesperados dentro do aeroporto). Carro na Hertz. Chegamos em Arles, almoço no Le Malarte, memorável. Steak tartare (almoço pra dois: 31,30 euros). Tentativa de passeio para a Camargue, mas cansaço nos fez voltar.

http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g187211-d613346-Reviews-Auberge_du_Mas_de_la_Feniere-Arles_Bouches_du_Rhone_Provence.html

http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g187211-d3403793-Reviews-Grand_Cafe_Malarte-Arles_Bouches_du_Rhone_Provence.html

28/05: Dia amanheceu chuvoso. Fomos passear pela Camargue, mas a chuva aumentou e nos fez voltar para o hotel. Dormimos demais e perdemos o horário do almoço francês: 12h às 14h30. Fizemos nossa única refeição ruim da viagem: bruschettas numa lanchonete no centro histórico. Caminhamos pelo centro histórico de Arles, o exterior do anfiteatro Les Arenes, a Igreja de St-Trophime – muito emocionante. Compras de ótimos queijos e salames em lojinhas típicas. Passamos pelo café que inspirou o quadro Terraço do Café em Arles à Noite (Sidewalk Cafe at Night), de Van Gogh. Jantar no La Gueule du Loup

http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g187211-d243570-Reviews-Amphitheatre_les_Arenes-Arles_Bouches_du_Rhone_Provence.html

http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g187211-d230707-Reviews-Eglise_St_Trophime-Arles_Bouches_du_Rhone_Provence.html

http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g187211-d1568627-Reviews-La_Gueule_du_Loup-Arles_Bouches_du_Rhone_Provence.html

29/05: Flamingos no Fangassier. Almoço de piquenique, ao lado de um animado grupo de bombeiros franceses, que também faziam seu piquenique. Descanso no hotel durante o início da tarde, passeio pelo Musée Arles Antiques e suas maquetes incríveis. Jantar no Le Criquet.

http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g187211-d800648-Reviews-Le_Criquet-Arles_Bouches_du_Rhone_Provence.html

Diária no Auberge du Mas de la Feniere: 102 euros.

Saintes-Maries-de-la-Mer: estada no Hotel de Chacharel (2 noites)

30/05: Saímos cedo de Arles e passamos por Nimes. Passeio pela Arenes de Nimes – incrível. Almoçamos tapas no La Bodeguita, que tem avalições ruins no Trip Advisor, mas nós adoramos as tapas. Chegamos no Hotel de Cacharel. Passeamos pela propriedade no fim da tarde, com direito a luz dramática e arco-íris. Jantar no La Cave a Huitres.

http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g187154-d243551-Reviews-Arenes_de_Nimes-Nimes_Gard_Languedoc_Roussillon.html

http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g187154-d3636044-Reviews-La_Bodeguita-Nimes_Gard_Languedoc_Roussillon.html

http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g196685-d265361-Reviews-Hotel_de_Cacharel-Saintes_Maries_de_la_Mer_Bouches_du_Rhone_Provence.html

http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g196685-d3598762-Reviews-La_Cave_a_Huitres-Saintes_Maries_de_la_Mer_Bouches_du_Rhone_Provence.html

31/05: Passeio pelas estradas ao redor do Hotel de Cacharel. Ida ao Le Parc Ornithologique de Pont de Gau. Almoço no La Grange. À tarde rodamos até a cidade de Gallician e à Reserve du Scamandre. Local muito bonito, mas os vents violents impediam qualquer passeio (quase sem informações no Trip Advisor, por isso coloquei um outro link). Jantar num dos restaurantes do centrinho de Saintes-Maries, mas nada memorável.

http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g196685-d1548436-Reviews-Le_Parc_Ornithologique_de_Pont_de_Gau-Saintes_Maries_de_la_Mer_Bouches_du_Rhone_P.html

http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g196685-d2717549-Reviews-La_Grange-Saintes_Maries_de_la_Mer_Bouches_du_Rhone_Provence.html

http://www.camarguecostieres-tourisme.fr/centre-de-decouverte-du-scamandre/vauvert/tabid/12354/offreid/884cc3f3-c782-43ec-b1fd-a330d5262e28/detail.aspx

Diária no Hotel de Chacharel: 136 euros

Vaison-la-Romaine: estada no La Fête en Provence (2 noites)

01/06: saímos cedo do Hotel de Cacharel. Café da manhã fotografando flores vermelhas. Almoço em Saint-Remy-de-Provence. Visita às ruinas de Glanon, almoço em frente ao maousoléu e ao arco de Glanon. Chegamos na Vaison, mas só a pizzaria estava aberta.

02/06: acordamos tarde. Tomamos café da manhã dentro de casa. Passeio pelas estradinhas nos arredores de Vaison, em Sault – compras de salames. Monte Ventoso. Almoço de piquenique em frente à uma antiga torre sarracena. À tarde passeio pelos Dentelles, Séret, Giconda. Jantar no restaurante do hotel La Fête en Provence.

http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g196687-d262179-Reviews-La_Fete_en_Provence-Vaison_la_Romaine_Vaucluse_Provence.html

http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g196687-d1828819-Reviews-La_Fete_en_Provence-Vaison_la_Romaine_Vaucluse_Provence.html

http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g196687-d246699-Reviews-Mont_Ventoux-Vaison_la_Romaine_Vaucluse_Provence.html

Diária no La Fête en Provence: 120 euros

Roussillon: estada no hotel Le Clos de la Glycine (1 noite)

03/06: Cris acordou cedo e foi fotografar nos arredores. Eu fiquei na cama até mais tarde. Depois fomos andar pela Vaison. Passeio no sítio arqueológico da cidade e no museu. Sítio não era tão emocionante como Glanon em St-Rémy, talvez por ficar no meio da cidade, com vista para as ruas e os carros, em vez de encravado numa passagem estreita de pedras. Mas as estátuas foram bonitas de ver, os mosaicos também. Decidimos ir pra Avignon, no Musée Lapidaire, na esperança de fotografar shabtis para o Daniel (que adorou as crônicas dos Kane, do Rick Riordan). Mas esquecemos que era segunda-feira, e topamos com o museu fechado. Fomos para Roussillon. Passeio pelos arredores, tentamos passear pela última mina de ocre em atividade no mundo, mas já estava fechada. Pequeno passeio pelo Colorado Provençal. Jantar no David, restaurante do Le Clos de la Glycine. Excelente.

http://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g635587-d664520-Reviews-Le_Clos_de_la_Glycine-Roussillon_Gordes_Luberon_Vaucluse_Provence.html

http://www.tripadvisor.com.br/Attraction_Review-g196687-d2712112-Reviews-Sites_Archeologiques_de_Vaison_la_Romaine-Vaison_la_Romaine_Vaucluse_Provence.html

04/06: Manhã no Colorado Provençal. Almoço no La Cabro d´Or. Tarde no Etang du Fangassier.

http://www.tripadvisor.com.br/Restaurant_Review-g1819081-d1322209-Reviews-La_cabro_d_or-Les_Baux_de_Provence_Bouches_du_Rhone_Provence.html

Diária no Le Clos de la Glycine: 130 euros

Marselha – algumas horas de descanso no Kyriad, a 5 minutos do aeroporto. Diária: 83 euros

 

Custos – 6 mil euros. Sem passagens: 3.700 euros.

Passagens São Paulo – Marselha 2 adultos: R$ 6.300 – mas poderiam sair por R$ 5.200 se tivéssemos comprado 2 dias antes. Mais ou menos 2.300 euros

Aluguel do carro: 320 euros – Hertz, Peugeot 3008 com GPS, diesel, bem confortável

Hospedagem: 306 + 272 + 240 + 130 + 83 = 1.031 euros

Refeições: Por dia: uns 10 para café da manhã, 30 a 50 euros almoço em restaurante ou bem menos em piqueniques, 80 a 100 euros jantar com vinho – 150 x 8? = 1.240 euros

Mais diesel, passeios, compras.

5846
Nome em inglêsNome científicoAvistadasFotos
Red-legged PartridgeAlectoris rufaxx
Common PheasantPhasianus colchicusxx
Greylag GooseAnser anserxx
Mute SwanCygnus olorxx
Common ShelduckTadorna tadornaxx
MallardAnas platyrhynchosxx
Common PochardAythya ferinaxx
Greater FlamingoPhoenicopterus roseusxx
White StorkCiconia ciconiaxx
Western Cattle EgretBubulcus ibisxx
Grey HeronArdea cinereaxx
Purple HeronArdea purpureax
Great EgretArdea albax
Little EgretEgretta garzettaxx
Black KiteMilvus migransxx
Common KestrelFalco tinnunculusxx
Eurasian CootFulica atraxx
Eurasian OystercatcherHaematopus ostralegusxx
Black-winged StiltHimantopus himantopusxx
Pied AvocetRecurvirostra avosettaxx
Northern LapwingVanellus vanellusxx
Kentish PloverCharadrius alexandrinusxx
Black-headed GullLarus ridibundusxx
Mediterranean GullLarus melanocephalusxx
Yellow-legged GullLarus michahellisxx
Little TernSternula albifronsxx
Rock DoveColumba liviax
Common Wood PigeonColumba palumbusx
European Turtle DoveStreptopelia turturxx
Eurasian Collared DoveStreptopelia decaoctox
European RollerCoracias garrulusx
European Bee-eaterMerops apiasterx
Eurasian HoopoeUpupa epopsx
Red-backed ShrikeLanius collurioxx
Eurasian JayGarrulus glandariusxx
Eurasian MagpiePica picaxx
Western JackdawColoeus monedulaxx
Carrion CrowCorvus coronex
Great TitParus majorxx
Crested LarkGalerida cristataxx
Barn SwallowHirundo rusticaxx
Eurasian Crag MartinPtyonoprogne rupestrisx
Western Bonelli’s WarblerPhylloscopus bonellixx
Eurasian Reed WarblerAcrocephalus scirpaceusxx
Sardinian WarblerSylvia melanocephalaxx
Common StarlingSturnus vulgarisx
Common BlackbirdTurdus merulax
Black RedstartPhoenicurus ochrurosxx
House SparrowPasser domesticusxx
Western Yellow WagtailMotacilla flavaxx
White WagtailMotacilla albaxx
Tawny PipitAnthus campestrisxx
Common ChaffinchFringilla coelebsxx
European SerinSerinus serinusxx
European GreenfinchChloris chlorisxx
European GoldfinchCarduelis carduelisxx
Citril FinchCarduelis citrinellaxx
Corn BuntingEmberiza calandraxx