#EuDivulgoNatureza: Compartilhe no ISSUU suas fotos e informações sobre lugares, parques, espécies, viagens. Milhões de leitores. Gratuito. Basta montar um PowerPoint.

“Clique para ler” abre a revista em tela cheia. Se você só clicar na seta que aparece sobre a capa quando você posiciona o cursor em cima da imagem, você continua na tela atual, mas a mensagem “Clique para ler” continua aparecendo. O link “Open publication”, no canto inferior esquerdo, permite uma leitura mais agradável.


Este é um post comprido com explicações detalhadas e dicas. Se preferir, você pode apenas montar o seu PowerPoint, salvar como PDF e depois fazer o upload no ISSUU ou no Yumpu

Arquivos que podem ajudar:

– O PowerPoint da revistinha do Tanquã, que você pode substituir facilmente pelo seu conteúdo. Arquivo no Google Drive, é só clicar neste link e depois clicar no ícone de download.

– Um arquivo Word com os nomes das aves brasileiras listadas no Wikiaves, de modo que fica fácil copiar e colar no Powerpoint para ter legendas com os nomes populares, científicos e em inglês. Clique neste link, e depois no ícone de download.

 

#EuDivulgoNatureza-logo

Venha compartilhar suas fotos e conhecimento na forma de publicações digitais, como esta do Tanquã no início do post. Feitas a partir de um arquivo comum de PowerPoint, postadas num site gratuito que tem milhões de leitores.

Queremos convencer os gestores das Unidades de Conservação que a natureza só tem a ganhar com o incentivo à fotografia e à divulgação.

Gostou da proposta? Crie sua revista também. É fácil e gratuito. Neste post há informações detalhadas sobre como fazer, e várias dicas para facilitar a construção do arquivo. Sinta-se à vontade para usar ou não o logo ou o nome “#EuDivulgoNatureza”, incluindo os textos do final do meu arquivo (as páginas em amarelo na revista do Tanquã), que explicam o que é a proposta, em português e em inglês. Você pode escrever seus próprios textos, usar pedaços dos meus (inclusive os textos que falam do Tanquã se quiser fazer sua própria revista do Tanquã), corrigir meus erros de inglês, faça o que achar melhor. Só o que importa é divulgarmos a natureza.

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Planejamento da revista

– Escolha um tema. De preferência algo que você tenha bastante material para escolher as fotos. Pode ser sobre a natureza da sua cidade, de um parque que você já visitou bastante (mesmo que seja nacional, estadual ou municipal). Pode ser sobre um bioma, uma família de aves, um relato de uma viagem específica, sobre as aves do seu quintal, sobre aves que aparecem em comedouros ou bebedouros, sobre ações de educação ambiental, ações culturais de divulgação da natureza, aves e filosofia, natureza e literatura, fotos e poemas. O que você quiser dentro do espírito de divulgação da natureza.

– Imagine um público. Aceita uma sugestão? A não ser que você tenha um objetivo muito específico, eu imaginaria um público médio: pessoas interessadas o suficiciente em natureza e fotografia a ponto de clicarem na capa da sua revista, mas que você pode facilmente perder a atenção deles. Ou seja: você deve fazer uma boa seleção das fotos e tentar colocar as mais impressionantes logo no começo. Se possível tente abrir com fotos ou informações que passem um pouco do contexto do lugar ou do tema, pra não ficar parecendo só uma revista com um monte de foto de passarinhos.

– Vi várias revistas no ISSUU com jeito de revista: páginas e páginas de texto. Em geral elas são apenas o PDF de uma revista que foi impressa em papel. Achei ruim no celular ter que ficar ampliando a tela e movendo a página pra ler (e aposto que muita gente vê no celular, não num computador ou num tablet). Vou usar as publicações do ISSUU principalmente como vitrine: várias fotos, pouco texto, texto grande o suficiente pra pessoa conseguir ler no celular sem ter que ficar ampliando a página. E links para mais informações se ela quiser se aprofundar.

– Talvez você decida colocar bastante conteúdo. Tudo bem. Sugiro colocar mais no final, e o começo ficar com as páginas de pouco texto e várias fotos.

– Pense qual é o objetivo da sua revista. Em geral será valorizar algum lugar, certo? Então além das fotos, é preciso incluir informações que situem o leitor. Pense em alguém que não sabe nada, que pode até ser de outro país. Se for sobre uma cidade, é legal dar uma referência de algum lugar conhecido (por exemplo, a 3h de São Paulo). Se for falar da sua cidade, ou de um parque na sua cidade, veja se encontra informações que contextualizem a situação da natureza na sua região. Vale incluir informações e impressões pessoais “o Parque X é um lugar muito bonito. Nos fins de semana várias famílias vão ao parque fazer piquenique. Durante a semana tem menos gente, e infelizmente já topei com caçadores nas trilhas”.

 

Precisa ser bilíngue?

Ter textos em inglês amplia imensamente o alcance da sua publicação. Eu sempre tentaria, mesmo que seja como no Tanquã, em que os textos em inglês em geral são mais simplificados e resumidos do que em português.

O Google translator gera resultados razoáveis pra várias frases. E as pessoas da língua inglesa costumam ser bem compreensivas com os erros em inglês.

Pense nos produtos chineses, que têm aqueles textos em inglês às vezes totalmente nonsense. Mas já abrem portas que ficariam fechadas se os rótulos estivessem escritos apenas em chinês.

Minha sugestão é fazer como eu: deixa o orgulho de lado, arrisque-se a ter “mim faz” no seu texto, mas coloque algo em inglês na capa, na descrição do que é a revista, e pelo menos numa das páginas que explica o conteúdo.

Fora isso, quando colocar a legenda dos nomes das aves, o arquivo que preparei inclui o nome em inglês da ave, o que já facilita.

 

Seleção das imagens

Configuração dos arquivos

Escolhi um formato de arquivo pro Tanquã que faz com que uma foto de página dupla ocupe quase toda a área da tela de um celular. Quando você coloca o celular na posição horizontal, o ISSUU mostra o que seria a revista aberta, em vez de só uma página por vez.

As imagens de página dupla precisam ser cortadas na proporção 1×2, ou seja, se ela tiver 10cm de largura, terá 5 de altura.

Preparei minhas fotos duplas para que elas tivessem 2.126×1063 pixels, com 150 dpi. Esses arquivos são só para ver na tela, por isso não precisam de 300dpi, e ao mudar para 150 dpi você também diminuirá bastante o tamanho final do arquivo.

As fotos 2×3, as com legenda embaixo, têm 856×570 pixels, em 150 dpi também.

As quadradas, na página com 4 fotos, têm 624×624 pixels, 150 dpi.

Sugiro que ao fazer a revista, você crie uma pasta e guarde também as fotos em 300 dpi. Vai que você recebe uma proposta para transformar sua revista eletrônica num impresso? Assim já terá as fotos separadas.

Edito minhas imagens usando um software chamado ACDSee (não me entendo com Photoshop, já testei o Lightroom, e preferi ficar com o ACDSee).

Se você não usa um software de edição de imagem, deveria considerar usar. Eles podem melhorar muito uma foto, principalmente aquelas que ficaram muito escuras ou muito claras, além de ajudarem com sharpness e ruído. Uso o ACDSee pro, hoje está na versão 8. Aqui tem um post de 2013, que mostra algumas das situações que o ACDSee resolve fácil: http://virtude-ag.com/con-acdsee-cko/. Apesar de eu preferir O ACDSee, sei que o Lightroom é um dos mais populares, e não é caro.

Se ainda assim você não se convenceu, não sei se o Picasa muda dpi. Não achei referência sobre isso. Descobri que há um chamado Gimp que muda: http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/gimp.html, http://www.techtudo.com.br/dicas-e-tutoriais/noticia/2013/06/aprenda-a-mudar-tamanho-e-resolucao-da-imagem-no-gimp.html.

 

Importante: faça uma boa seleção

Temos uma relação amorosa com nossas fotos e sempre é difícil escolher qual excluir. Mas a não ser que seja um projeto bem pessoal, do tipo “Minhas fotos favoritas ao longo de 5 anos de birdwatching”, tente seguir estes critérios:

– preferência pelas imagens com luz bonita.

– foco bom. Não precisa estar cravado, mas descarte algo com foco meio duvidoso.

– fotos de comportamento são interessantes, e nessas a gente perdoa luz ruim, foco duvidoso, muito recorte. Se você tem fotos legais de comportamento, mas que como foto não estão tão grande coisa, experimente montá-las num painel, como no modelo de quatro fotos numa página.

– muita gente edita as fotos pro Wikiaves, pra ser um 3×4 fechado no corpo da ave. Este é o estilo que faz sentido pra uma enciclopédia, mas mesmo que seja pra reeditar, tente incluir também imagens que mostram um pouco do cenário e do ambiente.

– fundo limpo é o tipo de coisa que aumenta a sensação de foto profissional, e se você tiver algumas fotos com fundo limpo, elas causam uma boa impressão geral. Mas como opinião pessoal, confesso que me chama mais a atenção fotos que tenham algo especial na luz, no cenário, na pose e olhar do bicho — do que o puro fundo limpo.

– Quantas fotos? Vai depender de quantas fotos estarão ocupando duas páginas, quantas estarão em formato de painel, com 4 por página. A revistinha do Tanquã tem menos de 3MB e 50 páginas (que vistas como dupla, é como se fossem 25 telas). Oficialmente o limite da versão livre do ISSUU é 100MB e 500 páginas, mas li fóruns em que pessoas com arquivos de 20MB estavam tendo problemas para subir. Considerando os vários tipos de internet no Brasil, o mais seguro parece ser montar arquivos que ficam com menos de 10 MB, se possível com menos de 5MB. Se você tem muito pra dizer sobre um tema, nada impede que faça em vários volumes.

 

Um visual limpo e enxuto valoriza suas fotos

– Várias cores, vários tipos de letra, letras engraçadinhas, muito texto numa página só, fotos grudadas umas nas outras, desalinhamentos: essas coisas tiram pontos do seu material. Num livro de fotos, o foco de atenção deveria ser apenas as fotos. Não é preciso inventar, não é preciso ter receio do layout ficar “sem graça”. O foco deve ser na foto.

– Margens e espaços em branco valorizam a foto.

– Um livro ou uma revista é um objeto. É preciso pensar na sequência das imagens e na percepção do leitor. Já vi livros publicados, de fotógrafos famosos, que cometem o erro de reunir muitas fotos num volume só, a ponto de ficar cansativo, com a sensação de repetição.

 

Como salvar o arquivo em PDF

No PowerPoint, clique na Aba “Arquivo”, escolha “Salvar como”, na linha “Tipo”, clique no botãozão, a quarta opção é “PDF (*.pdf)”.

Deixo na opção “Padrão (publicação online e impressão)”, clico no botão “Ferramentas”, opção “Compactar imagens”, checo se está “Impressão 220 dpi”. (Testei “150 dpi”, e “Tamanho mínimo”, mas o arquivo perdeu muito em qualidade).

E não me pergunte por que raios isso aconteceu, mas esse arquivo do Tanquã eu salvei em 220 dpi, o arquivo ficou com mais de 5MB, salvei de novo com 150 dpi, foi para 2,87MB, depois salvei um outro pdf com 220 dpi, e este novo arquivo continuou com 2,87 MB em vez de 5MB.  Então quando você salvar, sugiro fazer esse teste também: salvar um PDF com opção “Padrão” e “220”, depois um outro como “Padrão” e “150”, depois de novo um “Padrão” e “220” – se for como aconteceu comigo, no fim você consegue um arquivo menor.

Após salvar o PDF, basta clicar no menu “Upload” no ISSUU, ou no botão “Start upload” no Yumpu, indicar onde está o arquivo, e em poucos minutos sua revista estará publicada. Ele pedirá informações básicas: nome da publicação, nome do autor, breve descrição do conteúdo. Para o Tanquã fiz uma pequena descrição em inglês e, como não havia campo para tags, no final da descrição acrescentei “#EuDivulgoNatureza, Brasil, Brazil, Nature, Natureza, Birdwatching”.

 

Nomes das aves para legendas

Levei um baile e talvez tivesse jeitos mais fáceis de fazer isso, mas peguei a lista de todas as espécies que tinham foto no Wikiaves até agosto de 2015, e transformei num arquivo do Word. Sei que em Excel é mais legível, mas não dava para copiar e colar, o Powerpoint criava uma caixinha de texto separada em vez de só colar o texto no espaço reservado.

Com este Word (é o mesmo arquivo linkado na caixa azul no início do post), basta você copiar a linha e colar no espaço reservado à legenda. Heregemente coloquei em ordem alfabética do nome popular. Ctrl L abre uma coluna à esquerda, em que você pode digitar a palavra que está procurando.

 

Slide Mestre

Baixe este arquivo de PowerPoint (é o mesmo arquivo linkado na caixa azul no início do post). É o arquivo da minha revista sobre o Tanquã, deixei com o conteúdo para você poder ver aplicado, pode ficar mais fácil de entender.

Esse PowerPoint está usando recursos do Slide Mestre, que permitem você criar modelos para os vários tipos de página. Quais as vantagens?

– Em qualquer material, quanto mais padrão você conseguir ter, maior a sensação de leitura agradável e visual profissional. Mesma cor, mesmo tipo de letra, mesmo tamanho, mesmo entrelinhamento, mesmo alinhamento, mesma margem, mesma posição das fotos em cada página. Espaços em branco para dar sensação de leveza e o leitor não se sentir sufocado ou com preguiça de ler.

– Usando o Slide Mestre você garante o padrão no documento. E, se quiser testar outras configurações, facilita muito a mudança. Por exemplo, a revistinha do tanquã usa Arial Black no título, Arial no corpo do texto, inclusive nas legendas. Se você quiser testar outro tipo de letra, outro tamanho, outras cores, não precisa mudar slide por slide: você apenas precisa mudar no mestre.

Há vários posts na internet explicando como usar o Slide Mestre, não vale a pena eu fazer um outro tutorial. Por exemplo: http://www.tecmundo.com.br/powerpoint/997-powerpoint-padronize-seus-slides-atraves-do-slide-mestre.htm.

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Dicas sobre o PowerPoint

Insira um novo slide, depois na aba “Página inicial” clique na palavra “Layout”, ele vai abrir um retângulo com as opções de layout presentes no Slide Mestre. Por exemplo, você insere um dos layouts que tem espaço para inserir uma foto, clica no ícone de imagem, e mostra onde está sua foto.

Os dois primeiros layouts são para as fotos de página dupla: basta ter cropado na proporção 1×2, e inserir duas vezes a foto (se você sempre clicar no ícone de imagem, ele posiciona a foto certinho. Se você der um Ctrl C + Ctrl V na outra página, ele não posiciona certo). Não precisa cortar o que sobrou pra fora do slide, na hora de montar o PDF ele ignora o que está fora da área.

Se você clicar numa área no meio da foto e apertar del, ele apaga a foto, mas mantém a caixa, o espaço reservado para aquela imagem. Se você clicar bem nos cantos da imagem, você seleciona a caixa e acaba apagando caixa e foto. Se quiser apenas substituir minhas fotos pelas suas, lembre de clicar no meio e não no canto da imagem.

Ctrl T seleciona todo o conteúdo de texto dentro de uma caixa.

Se você estiver criando um novo layout, use as linhas guia (são linhas pontilhadas horizontais e verticais, que ajudam você a posicionar os elementos). No menu “Exibição”, veja se as palavras “Régua” e “Guias” (mais ou menos no centro da tela) estão selecionadas. Para duplicar uma linha guia, aperte o Ctrl, depois clique sobre uma das linhas e arraste. Isso duplica qualquer coisa no PowerPoint.

Para mover os objetos com intervalos menores, mantenha o Ctrl pressionado. Assim ele move uma fração do espaço de cada vez, faz um ajuste mais fino.

Se você precisar de um ajuste mais fino no posicionamento das linhas guia, mantenha a tecla Alt pressionada.

Para ver ou alterar os layouts do Slide Mestre, clique na aba “Exibição”, o quinto ícone da esquerda pra direita é o Slide Mestre. Ele vai te levar para a tela onde você pode alterar e criar modelos. Para voltar à exibição normal do seu documento, clique na aba “Slide Mestre”, o primeiro botão da direita é “Fechar modo de exibição mestre”.

Se você vai usar um layout mais de uma vez, crie uma versão no Slide Mestre. Assim terá certeza de que sempre estarão iguais.

Se você tiver feito alterações num slide, mas quer voltar às configurações originais do Slide Mestre, na aba “Página inicial”, clique no botão “Redefinir”. Ele vai voltar as configurações originais apenas daquele slide.

 

Por que o ISSUU

O ISSUU é uma plataforma de divulgação de revistas eletrônicas. É fácil de usar, gratuito, todos os dias milhões de pessoas acessam o site pelo computador, tablet ou celular, e já há várias publicações relacionadas com birdwatching e natureza.

Olhei também Yumpu e Joomag. Várias resenhas falam maravilhas do Yumpu, mas testei e não gostei: ele carrega as imagens rápido em baixa resolução, e depois aparece a foto em alta. O leitor que não tiver paciência de aparecer a imagem em alta pode ficar pensando que você subiu fotos ruins. (No ISSUU aparece aquela barrinha de carregando, mas quando a imagem surge, ela está boa). Numa das vezes em que entrei no site do Yumpu, estava difícil subir um arquivo sem passar por uma tela de cadastro para o free trial, que exigia cadastrar seu cartão de crédito. No aplicativo do celular, não importa quantas vezes eu mude a linguagem pra inglês, ele sempre volta pro alemão. O efeito de sombras que eles colocam sobre as imagens (pra simular uma revista em papel) fica feio, pior do que no ISSUU. O Joomag parece menor, e quase não há publicações sobre birdwatching ou natureza. Descartei.

Antes das revistas eletrônicas passei um bom tempo pesquisando o Blurb, um serviço de auto-publicações que além de imprimir permite deixar o livro na biblioteca deles. O problema é que o livro só fica se você comprar pelo menos um exemplar. Imprimir um livrinho como o do Tanquã sairia pela bagatela de US$ 17. Mas pra entregar no Brasil são mais US$ 27. Os ebooks deles só funcionam em Apple, e não existe preview dos ebooks. Por isso descartei também.

Um dos atrativos do Blurb era a possibilidade de ter seu livro listado na Amazon, mas depois descobri que você não precisa do Blurb para isso. Existe algo chamado Kindle Direct Publishing que permite qualquer um publicar um livro pra Kindle e deixar à venda na Amazon. O livro fica feio, será naquele esquema de texto redimensionável sem design na página. A chance de você ganhar dinheiro com isso é quase zero: os ebooks são bem baratos no geral, e fora isso por não sermos norte-americanos pagamos 30% de imposto sobre o lucro. Mas é uma grande vitrine. Muitos concordam que vale a pena você fazer um ebook simplório com algo chamativo e link de um lugar em que seu trabalho apareça mais bonito.

 

Por que o PowerPoint

Sei que o InDesign seria muito mais apropriado. Mas este é um projeto popular, que tem como objetivo envolver a maior quantidade possível de pessoas. Imagino que a maioria das pessoas tem PowerPoint e uma familiaridade mínima com o programa.

 

 

Mais iniciativas a favor da divulgação da natureza