• Como falar comigo: geiser.trivelato@gmail.com
  • Site: www.geisertrivelato.webs.com
  • Sou guia ornitológico e fotógrafo profissional. Guio na região do Cerrado, especialmente na região da Serra da Canastra, também conheço bem a região de Jacutinga e Águas de Lindoia, e posso guiar no Pantanal e na Lagoa do Peixe
  • Onde moro: Jacutinga – MG

Minha paixão pela natureza vem desde os tempos de criança, acho que nasci com esse amor principalmente pelos animais. Com cinco anos de idade minha alegria era ganhar de meu pai Arivelto Trivelato, revistas e albuns de figurinhas sobre a fauna.

Acho que a coleção de animais dos biomas brasileiros lançados a cada ano por meio de figurinhas nos chocolates Surpresa (de meus 8 aos 15 anos) foi decisiva para aumentar meus sonhos de um dia conhecer o Pantanal, o Cerrado, a Mata Atlântica, a Caatinga, o litoral e lagoas Costeiras, e a Amazônia (esta ainda me falta conhecer). E foi assim, com esta vontade crescendo cada vez mais dentro de mim que em 1999 surgiu a minha primeira oportunidade de viagem para o Pantanal. O que fiz foi correr para São Paulo capital e gastar todas as minhas economias em uma câmera e lente teleobjetiva semi-profissionais, que me permitiram pela primeira vez realizar fotos dos animais que tanto conhecia dos livros. Lembro como se fosse hoje, minha alegria ao ver meu primeiro tuiuiú nessa viagem e mais ainda, consegui fotografar a ave símbolo do Pantanal. Daí por diante, não parei mais. Praticamente toda viagem era programada com a intenção de fotografar a vida selvagem pelo Brasil.

Tenho 15 anos de experiência com fotografia de natureza, e há cerca de três anos venho trabalhando como guia, levando os interessados em observarem a natureza em geral, principalmente a fauna e especialmente as aves (veja o último tópico “Mais detalhes sobre minha experiência como guia”. Há diversos locais da Mata Atlântica, do Cerrado e do Pantanal para terem a oportunidade de verem e fotografarem de perto as belezas do Brasil. Meus principais destinos como guia são:

Na Mata Atlântica

  • Reserva Guainumbi e Parque Estadual da Serra do Mar, núcleo Santa Virgínia em São Luis do Paraitinga SP.
  • Fazenda Angelim, Itamambuca Eco Resort e Folha Seca em Ubatuba SP
  • Trilhas nas áreas de altitude do distrito de Monte Verde em Camanducaia na Serra da Mantiqueira de MG
  • Parque Nacional do Itatiaia (parte alta e baixa) entre RJ e MG.
  • Fragmentos de Mata Atlântica no município de Jacutinga MG onde resido e cidades vizinhas.

 

No Cerrado

  • Serra da Canastra em São Roque de Minas MG.
  • Reserva Campininha em Mogi-Guaçu SP.
  • Área de várzea e mata ciliar seca em Jacutinga MG

 

No Pantanal

  • Sesc Pantanal e Traspantaneira em Poconé (MT).
  • Fazenda San Francisco em Miranda (MS).
  • Pousada Aguapé em Aquidauana (MS).

Nesse trabalho como guia já ajudei o pessoal da EPTV com filmagens de beija-flores e tangarás para a produção de um Globo Reporter.

Graças a Deus já tive a oportunidade de conhecer vários locais fantásticos, no cerrado o Parque Nacional das Emas (GO) e o Parque Nacional da Serra da Canastra (MG) são meus favoritos. Na Mata Atlântica a Serra da Mantiqueira entre MG, SP e RJ com locais como o Itatiaia, Monte Verde e Campos do Jordão, e a Serra do Mar em locais como Ubatuba, São Luís do Paraitinga e Sete Barras foram experiências maravilhosas.

Na Caatinga e Mata Seca tive a oportunidade de conhecer o Parque Nacional Cavernas do Peruaçu e toda a região entre os municípios de Itacarambi, Januária extremo norte de MG. Estive por duas ocasiões na região da Lagoa dos Patos e Lagoa do Peixe entre Tavares e Mostardas no Rio Grande do Sul e lá me encantei com as lagoas rasas, dunas, marismas e praias repletas de aves migratórias.

E o que dizer do Pantanal, este é sem dúvidas meu local favorito, acho que isso se deve pela facilidade de observação da fauna, onde além das aves, os mamíferos se mostram com maior facilidade comparado a outros locais. Minhas viagens pelo Pantanal já se deram de norte a sul pelo bioma, onde já estive em Porto Murtinho, Miranda, Aquidauana, Barão de Melgaço e Poconé. Meu encontro com um casal de onças-pintadas na Fazenda San Francisco no Pantanal de Miranda foi sem dúvidas minha maior emoção e dificilmente será superada!

– Desde 2005 passei a ser colaborador da Revista Terra da Gente do grupo EPTV, filiada da Rede Globo no nordeste Paulista e Sul de Minas Gerais. Nesta publicação já tive centenas de fotos de natureza publicadas, mas os maiores destaques foram as matérias inteiramente realizadas por mim, como a da Traspantaneira, a do Parque das Emas, e sobre as Aves migratórias da Lagoa do Peixe. Outros destaques ficam por conta das fotos na matéria sobre a águia-chilena, e das fotos para matéria sobre as Cavernas do Parque Nacional do Peruaçu e a foto de um tamanduá-bandeira publicada na capa desta revista.

– Também já tive a honra de ter uma foto publicada em destaque na revista National Geographic Brasil. A foto é de um adulto de águia-chilena chegando em vôo com a presa nas garras segundos antes de pousar ao lado de seu filhote em um ninho construido em um penhasco nas imediações do Parque da Serra da Canastra.

– Tive três fotos de aves publicadas na última edição, Volume 16, do Handbook of The Birds of The World (HBW) que é sem dúvidas a principal obra mundial no assunto. As fotos foram de uma fêmea de saí-andorinha (Tersina viridis) coletando material para construção de ninho, de um macho de azulão (Cyanoloxia brissonii) cantando e de um macho de cabecinha-castanha (Pyrrhocoma ruficeps).

– Fui premiado com o 3º lugar na primeira edição do principal Concurso sobre aves brasileiras, realizadas pelo Avistar Brasil em São Paulo capital.

– Publicação de fotos na revista Atualidades Ornotológicas.

– Centenas de fotos de natureza de minha autoria ilustram diversos livros didáticos de ciências, geografia e biologia, produzidos por editoras de São Paulo.

Tenho fotos publicadas nos livros:

– “Jaguar” de Evaristo Eduardo de Miranda e Liana John.

– ” Iconografia das aves do Brasil” volume 1 Bioma Cerrado, de Tomas Sigrist

– “Bastidores” do programa Terra da Gente.

– ” Guia das Aves do Pampa” da Save Brasil

– “Pegadas” de Oswaldo Carvalho Jr. e Nelton Cavalcante Luz.

– Fotos publicadas em alguns sites como:

  • arkive.org (banco de imagens internacional focado em espécies ameaçadas de extinção) de uma Choquinha-pequena (Myrmotherula minor)
  • avesderapinabrasil.com (o maior site de aves de rapina brasileiro)

– Fotos no DVD Aves do Brasil, com conteúdo de fotos, vocalizações e informações sobre as aves brasileiras.

– Uma foto do caneleiro-verde (Pachyramphus viridis) no jogo Super RG da Reserva Guainumbi, o primeiro jogo de cartas sobre aves brasileiras.

obs de Claudia Komesu: quando fiz a lista abaixo das características de um bom guia para o post sobre guias, sugeri ao Geiser responder os itens, já que ele é um ótimo guia e atende a quase tudo (menos na questão de experiência com grupos e capacidade de chamar a atenção de alguém que esteja atrapalhando os outros, mas essa é realmente difícil). Seguem abaixo as respostas dele. Já tive o Geiser como guia em vários passeios, e endosso as respostas dele.

  • dizer há quanto tempo você guia, e se você se considera experiente ou iniciante.  SIM, guio há cerca de 3 anos
  • se você tem experiência com o uso do playback. SIM
  • se você tem uma lista extensa de sons, inclusive várias vozes de uma mesma ave, especialmente da ave que a pessoa disser que tem mais interesse em ver SIM
  • se você usa ipod (que é o tocador de mp3 mais rápido e prático)  SIM
  • se você sempre vai com itens reserva para o caso de algum problema eletrônico: pilhas e baterias extras, cabo extra, caixa de som extra, até mesmo um tocador de mp3 alternativo  SIM
  • se você carrega seu próprio gravador de sons, mesmo que seja um portátil SIM, portátil
  • se você também fotografa durante o passeio, ou se você só vai guia. E se você tem um bom binóculo Tenho procurado apenas guiar, mas se aparece uma espécie nova para mim, depois que o cliente esta já fotografando eu peço permissão e tento fazer meu proprio registro sempre de uma distância mais longe do que o cliente está posicionado em relação a ave para evitar espantá-la. Tenho um ótimo binóculo NIKON
  • se você tem lista das aves dos locais onde você passarinha com frequência SIM
  • se você tem uma lista com probabilidades de ver as aves em cada época do ano. Por exemplo, se o cliente quer ver uma ave que só aparece nos meses tal, você tem que dizer isso. Ou, se o cliente está interessado por uma espécie que está na sua lista, mas é um avistamento muito raro, o cliente também precisa ter essa informação SIM, nem sempre tenho isso através de uma lista, o que faço é anotar sempre que volto das viagens as espécies que vi em uma agenda. Tenho informações de memória sobre algumas situação que possa ser ideal para avistar algumas espécies mais raras e também sei indicar quando estamos em uma época ruim para ver elas.
  • se você conhece infraestrutura do local onde vão passear: como estão as estradas, segurança, onde comer, banheiros, se há onde descansar SIM
  • se você mantém o foco no cliente durante todo o passeio. Sempre atento a tentar mostrar a ave, uso do celular restrito a recados mais urgentes SIM
  • se você tem caneta laser com luz verde, dessas que aparecem na luz do dia (sempre apontada perto da ave, e não sobre ela) SIM
  • se você tem e carrega um guia de campo SIM
  • se você sabe os nomes populares das aves. Muitos guias só sabem os nomes científicos, o que pode dificultar a comunicação com o cliente, que geralmente só sabe os nomes populares. Carregar um guia de campo também ajuda nessas situações, porque qualquer dúvida, é só mostrar o desenho SIM
  • se você é um bom fotógrafo, e pode ajudar o cliente iniciante a melhorar suas fotos, ensinando-o como se aproximar, onde se posicionar, e até mesmo questões de regulagens do equipamento SIM
  • se você tem experiência em guiar grupos, que significa eventualmente ter que orientar o comportamento das pessoas e até “dar broncas” em quem está atrapalhando o grupo. Essa qualidade é mais rara, poucas pessoas se sentem à vontade em ter que corrigir o comportamento de alguém, mas ou é isso, ou pode estragar o passeio de todo mundo. NÃO
  • no mundo ideal, quando um guia vai lidar com um grupo, ele se comunica antes com as pessoas, fica a par dos interesses e objetivos de cada um, faz um plano conciliatório e divulga para o grupo, e também já fala de orientações de postura em campo, e avisa que chamará a atenção de quem se desviar do combinado FICO A PAR DOS INTERESSES DE CADA UM ANTES DA VIAGEM, MAS CHAMAR ATENÇÃO NÃO É DO MEU PERFIL, RSRSRS…
  • uma saída em grupo pode render adversidades, pela diferença de personalidades e objetivos. Pode haver alguém interessado em fazer a maior quantidade possível de registros, pode ter alguém que quer fazer a melhor foto possível da espécie x e não se importaria em ficar 3h esperando a ave aparecer. É papel do guia conciliar as expectativas e interesses. SIM
  • se você faz o “pós-venda”, ou seja, se após o passeio você se mantém à disposição para identificar fotos, faz pesquisa de satisfação com o cliente (pedindo para ele dizer com franqueza o que achou do passeio), reconhece e se desculpa por falhas, e mantém contato periódico SIM

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