• Veja como ter suas fotos divulgadas na seção Você no Terra da Gente, do G1
  • Texto e fotos: Claudia Komesu

Imagino que quase todos os brasileiros com algum interesse pelo meio ambiente conhecem o programa Terra da Gente, talvez o único grande canal de comunicação no Brasil que produz conteúdo sobre a natureza, com bastante espaço para o Brasil. Além do programa de TV que vai ao ar pela ETPV aos sábados a partir das 14h, até 2014 havia a revista Terra da Gente. A revista não é mais publicada, mas o portal G1 mantém a tradição dos artigos e reportagens, com as vantagens do dinamismo e espaço que o mundo online oferece. A seção VC TG – (Você no Terra da Gente) abre espaço para pessoas comuns mostrarem sua relação com a natureza. Fotos de aves no quintal, no campus de uma universidade, um ninho de beija-flor, a coruja-buraqueira, briga de gaviões, anfíbios, répteis – na maioria dos casos são as fotos de acervo de algum fotógrafo amador de natureza.

 

Uma das jornalistas responsáveis pelas notícias do portal é a Ananda Porto. Ela entrou em contato comigo e perguntou se eu gostaria de participar da seção Você no Terra da Gente. Poderíamos conversar por telefone, ou ela poderia enviar um questionário. Escolhi o questionário, e também havia o pedido de selecionar 20 fotos.

A Ananda disse que me escolheu vendo o Wikiaves. Perguntei se um fotógrafo pode procurá-la para mostrar suas fotos e descobrir se poderia participar do VC TG, ela disse que sim. Você pode falar com a Ananda pelo email: ananda.porto@eptv.com.br. A Ananda não falou isso, mas sugiro que você não envie arquivos pesados pra ela por email. Entre em contato, fale que soube pelo Virtude-ag sobre a possibilidade de participar no Terra da Gente, e que você tinha pensando em um artigo mostrando tal assunto. Você pode passar um link com exemplos das fotos, ou mandar fotos em miniatura para ter uma ideia se encaixa no perfil da seção. Caso seu artigo seja aceito, você enviará as fotos depois por um desses serviços de Dropbox, Wetransfer ou Google Drive.

É possível participar mais de uma vez, basta seu tema ser interessante para a seção. Por favor, se for escrever para a Ananda, seja gentil, paciente nunca mande arquivos pesados, tenha em mente que ela tem várias tarefas, não fique cobrando resposta se ela viu seu email ou se já sabe se será publicado. Trate-a como uma grande aliada na divulgação da natureza, que merece toda consideração e respeito.

Além da seção VC TG, há as reportagens especiais: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/especiais/, e a seção onde você pode ver os vídeos exibidos na TV. http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/videos/. Um dos últimos é da expedição pela procura do tietê-de-coroa, com uma grande participação do Luciano Lima. http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/videos/t/edicoes/v/equipe-do-terra-da-gente-participa-de-expedicao-em-busca-de-ave-rara-bloco-01/5715174/. Um dos participantes da expedição me contou que uma hora viram o pica-pau-anão-barrado e, de relance, só pela cristinha vermelha, dá pra pensar que talvez seja o tietê-de-coroa.

Fiquei contente de ouvir essa história porque isso já aconteceu comigo (seu coração para de bater), e saber que o pessoal da expedição também passou por um momento assim me fez pensar que eu não sou totalmente mané em pensar que um pica-pau-anão-barrado em voo chispado pode ser um tietê-de-coroa. (“46 – Quem já viu um Picumnus cirratus passar de relance, mas a pessoa só repara no topete vermelho e quase tem um ataque cardíaco ao imaginar que pode ter visto a Calyptura cristatahttp://virtude-ag.com/apenas-blogando-elimination-dance-birdwatching-brasileiro/).

 

Ontem saiu no G1 minha participação, com três fotos da África do Sul, mais onze fotos na galeria:

http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2017/03/avestruzes-tomam-banho-de-areia-e-sao-fotografados-na-africa-do-sul.html

http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/vc-no-terra-da-gente/noticia/2017/03/macaco-prego-dourado-e-galo-da-serra-andino-fazem-parte-de-galeria.html

Claudia Carolina Komesu mora em São Paulo e há pelo menos nove anos dedica-se à observação de aves.

Formada em editoração pela Universidade de São Paulo (USP), coordenou uma área de marketing em uma consultoria econômica, e desde 2012 mudou a rotina profissional. Claudia abriu mão do cargo que exercia para se empenhar em outra atividade: aos cuidados com o meio ambiente. “Minha principal ocupação é cuidar de um site (virtude-ag.com) dedicado à divulgação do birdwatching no Brasil. Também participo de outros projetos a favor da natureza”, conta. A fotógrafa começou a clicar aves por incentivo do marido, Cristian Andrei, que já costumava passarinhar. As viagens do casal têm sempre um espaço reservado e dedicado à fotografia da natureza. Juntos já viajaram para locais como Nova York, Yellowstone e África do Sul. Mas não é preciso ir muito longe para fotografar a diversidade de espécies.

Os locais mais visitados pela observadora são o Parque Ibirapuera, e o Instituto Butantan. Claudia costuma fazer ainda pequenas viagens aos municípios de Campos de Jordão (SP) e Tapiraí (SP) para fotografar a fauna e flora local. O litoral também é bem visitado pela observadora.

No exterior, a África do Sul é um dos locais preferidos da fotógrafa. E foi no parque Kgalagadi que ela garantiu um dos cliques que mais gosta: Fotografou avestruzes tomando banho de areia. “O grupo estava concentrado em fotografar a situação, com aquela luz maravilhosa de fim de tarde. A cena foi inesperada e especial para o dia de passeio”.

A editora, que decidiu montar e manter um site sobre o birdwatching e natureza, ressalta a importância de observar aves e ainda faz um apelo: “Não tenho nenhuma dúvida de que passarinhar faz muito bem para as pessoas. E acredito que qualquer um pode colocar a natureza no seu dia a dia e ajudar a promovê-la”.

Seguem as fotos que mandei, e o texto original da entrevista.

 

Este é o texto comprido que mandei pra Ananda:

Terra da Gente – Quadro Você no TG –  março de 2017

– Qual o seu nome completo?

Claudia Carolina Komesu

– Onde você nasceu? – Onde você mora atualmente?

Nasci em Limeira – SP e moro na cidade de São Paulo

– Qual a sua formação?

Sou formada em Editoração pela USP de São Paulo

– Qual a sua profissão atual?

Faz cinco anos que não tenho uma profissão. Meu marido (Cristian Andrei) me falava que se um dia eu quisesse parar de trabalhar e fazer só o que eu gosto, eu poderia. Cinco anos atrás deixei de ser coordenadora de uma pequena área de marketing numa consultoria econômica. Minha principal ocupação é cuidar do virtude-ag.com, um site dedicado à divulgação do birdwatching no Brasil. Também participo de outros projetos a favor da natureza, como a construção da portaria estadual 236/2016 que reconhece a existência do birdwatching (tínhamos problemas frequentes de sermos proibidos de fotografar se o segurança do parque achasse que sua câmera era grande demais), o Super RG (um Super Trunfo sobre aves brasileiras, uma edição que a gente fez para uma Reserve Particular de Patrimônio Natural) e a participação no painel da Mata Atlântica no Parque Nacional da Tijuca.

– Quando você começou a passarinhar? E por qual motivo?

Também foi graças ao meu marido. Quando o conheci ele já havia participado de vários workshops com o fotógrafo Araquém Alcântara e gostava de viajar para fotografar natureza. Nossa primeira viagem internacional juntos foi pra Nova York, mas uns amigos tinham acabado de voltar de Yellowstone e falaram tão bem que dividimos o itinerário para conhecer esse parque. Desde então todas as nossas viagens no mínimo têm um bom pedaço dedicado à fotografia de natureza.

Na nossa terceira viagem para a África do Sul, em 2008, reconheci que as aves tinham se tornado um tema especial e que eu estava começando a planejar viagens com o objetivo de procurar aves específicas. Tinha virado passarinheira e ainda nem conhecia a palavra.

– Onde você costuma ir para fotografar?

Faz três anos que perdi o medo de fotografar nos parques urbanos de São Paulo. Sou uma mulher baixinha carregando uma câmera grande, e geralmente estou sozinha. Tinha medo de assalto. Imagino que, assim como aconteceu com vários moradores, a gente vai aprendendo a se sentir mais à vontade com a cidade. Sabemos que sempre há riscos, mas se você for em determinados horários, não for para locais isolados do fluxo de gente, é mais improvável ter problemas.

Gosto bastante do Parque do Ibirapuera e do Instituto Butantan. O Parque Villa-Lobos tem uma área boa, mas a direção é antipática aos fotógrafos, se sua câmera é grande eles exigem que você tenha autorização prévia do diretor. Engraçado que se for pequena, não tem problema, a medida é o tamanho da câmera. Já mandei e-mail duas vezes e fui ignorada, já liguei algumas vezes, mas não consigo falar com eles.

Vou bastante pra Campos do Jordão. Quem só conhece a cidade pelo festival de inverno não imagina a riqueza das matas da região.

A Pousada Trilha dos Tucanos, na cidade de Tapiraí, a 2h de São Paulo, é outro lugar excelente pra fotografar aves, insetos, aranhas.

Qualquer lugar do litoral terá uma riqueza de aves e temas de fotografia macro. Tenho ido pra Peruíbe, Bertioga, Ilhabela, Ubatuba. Alugamos uma casa pelo Airbnb e aliamos vários prazeres: fotografia de natureza, relax na praia, preparar pratos como ceviche ou moqueca com peixes recém-pescados e, recentemente, descobrimos que podemos fazer “fishwatching”. Sem precisar do cilindro, só com máscara, snorkel e nadadeiras, fotografamos vida marinha com uma compacta simples. Já tinha me divertido assim na Praia do Forte – BA em 2014, mas ainda não havia explorado as praias de São Paulo. Gostamos da Praia de Bora Bora em São Sebastião.

Minas Gerais também tem muitos locais pra passear. A região das cidades históricas está cheia de mata preservada. Os parques urbanos de Brasília também são bons, e a cidade tem uma ativa comunidade de passarinheiros.

Fora do Brasil gostamos muito da África do Sul, já fomos seis vezes e iremos mais. É como se fosse o Pantanal, mas organizado, estruturado, com muitas estradas. Não fazemos safáris de luxo, e sim o esquema simples e barato de ficar nos alojamentos dos parques, cozinhar, você passeia pelos parques com seu próprio carro. Em duas ocasiões passei alguns dias sozinha no Kruger, o principal parque nacional de lá, e não tive nenhum problema. Outro país de que gostamos bastante: muitas pessoas não associam Estados Unidos com natureza, mas deveriam conhecer. Os lugares são extremamente cênicos, seguros, com muita infraestrutura, Yosemite realmente merece a fama que tem. A Espanha também tem muitos locais especiais, especialmente na região sul.

– Com que frequência você costuma fotografar?

Pelo menos três vezes por mês, mesmo que sejam duas ou três horas num parque urbano de São Paulo. Todo birdwatcher sabe que é uma questão de dependência química, se você passa tempo demais sem fotografar começa a ficar irritado, de mau humor, ansioso – daí você sai pra fotografar e descobre que era só falta de natureza no sangue.

– Quantas espécies de aves você já clicou?

No final de 2011 eu tinha fotografado mais de 600 espécies de aves brasileiras, mas descobri que essa não era minha motivação. Tenho registro de umas 860 espécies brasileiras, e contando África do Sul, Estados Unidos, França, Espanha, Peru, Uruguai, Chile, Argentina devo ter umas 1.300, mas não sei o número exato. Sou uma slowbirdwatcher, uma passarinheira lerda, não tenho como objetivo sempre aumentar minha Life List, e sim passear e contemplar. A riqueza da natureza brasileira é incrível, ainda mais depois de comparar com outros países: todos têm sua beleza, mas a diversidade da Mata Atlântica não tem igual. Quando você passa a se interessar pelos outros bichos fora as aves, a sensação é de que o tempo todo há o que admirar e fotografar.

– Na sua opinião qual a importância de passarinhar?

Quando deixei meu emprego eu tinha a expectativa de que mais gente passarinhando significaria mais gente lutando pela natureza, por isso me dediquei ao site sobre birdwatching. Sei que o Virtude-ag ajudou várias pessoas a começarem a passarinhar, a conhecerem novos locais, às vezes até a descobrirem que o foco do birdwatching não precisa ser a busca incessante por lifers e likes.

Se for para avaliar a situação pelas redes sociais, parece que eu estava errada. Sempre há dezenas, às vezes centenas de pessoas para curtir uma foto bonita e falar de assuntos amenos. Para apoiar alguma luta ou conversar sobre assuntos mais sérios, mesmo os que nos afetam diretamente, como o problema de sermos proibidos de fotografar num parque público, há apenas uma fração.

Não tenho nenhuma dúvida de que passarinhar faz muito bem pras pessoas. Alivia estresse, proporciona alegria, diversão, passeios, novos conhecimentos e habilidades, novos amigos. Pra muitas pessoas se torna um dos principais eixos da vida. Mas o birdwatching no Brasil poderia ser algo muito maior. Vários colegas com quem já conversei sobre o assunto dizem que não temos o direito de tentar influenciar as pessoas, mas eu acredito que seria possível criar um movimento para o bem, para falarmos que passarinhar também significa ser comprometido com a natureza. Não há nenhum problema em ser focado em lifers e likes, desde que você também assuma um compromisso com a natureza. Quando um colega me fala “só de visitar um parque, pagar ingresso, já estamos ajudando”, não acho correto. Isso pode ser verdade pra um visitante comum, mas pra um passarinheiro, que tenta passar todo o final de semana na mata, que gasta milhares ou dezenas de milhares de reais por ano com o hobby, que sabe que passarinhar cura neuroses, doenças… pra essas pessoas, a preocupação com a conservação não deveria ser algo mais sério e concreto? Se o desmatamento continuar, se o sucateamento das Unidades de Conservação prosseguir, onde você vai fotografar?

Esse comprometimento não é nada radical ou sofrido, pelo contrário, acho que todas as nossas ações pelo bem devem combinar prazer e capacidade, para que você possa fazer por um bom tempo. Por exemplo, eu sou uma editora e decidi montar e manter um site sobre birdwatching e natureza. Sei de pessoas que fazem palestras em escolas, imprimem cartazes sobre aves, fazem doações frequentes para ONGs, trabalham com as prefeituras de suas cidades para divulgar a natureza, sempre apoiam os temas de defesa da natureza. Outro dia conversei com um psicólogo e com uma enfermeira pesquisadora que têm pensando em como relacionar o birdwatching com os seus trabalhos. Não vou dar detalhes em respeito à privacidade deles, mas só queria dizer que qualquer pessoa pode colocar a natureza no seu dia-a-dia e ajudar a promovê-la. Se eu sou designer ou ilustrador posso ajudar a criar materiais de divulgação, se sou motorista de Uber ou de Táxi posso colocar um cartaz dentro do meu carro, e o passageiro que entra e pergunta, eu falo sobre a natureza, posso fazer a mesma coisa em qualquer ambiente de trabalho ou grupo de que participo e agir como um multiplicador. Todos podem ajudar, dentro de suas capacidades e limitações, a gente só precisa reconhecer que a natureza precisa de ajuda, e se você é passarinheiro não tem como ignorar as questões de desmatamento, caça, tráfico, falta de divulgação, falta de investimento em pesquisa e nas Unidades de Conservação.

– De todos os seus cliques, você tem algum favorito? Qual? E por qual motivo?

– Você pode nos contar a história por trás da foto?

Que pergunta difícil. Como resultado estético há várias fotos melhores, mas escolhi uma pelo valor emocional. Na viagem pra África do Sul de 2011, além do Kruger também fomos pro Kgalagadi, nesta ordem. O Kruger é um lugar incrível para ver bichos, mas na região sul, onde há mais bichos também há mais gente, com carros congestionando a estrada, às vezes de forma desrespeitosa para os outros motoristas e para os bichos. Na viagem de 2011 passamos pelo Kruger, sofremos na região sul, depois fomos pro Kgalagadi. O Kgalagadi é um parque num local mais ermo, com muito menos gente, todo mundo se cumprimenta. No final de um dos dias paramos pra ver uns avestruzes tomando banho de areia. Avestruz é um bicho comum, estamos acostumados a ver que os outros motoristas ou ignoram os bichos comuns, ou ficam parados 15 segundos e vão embora. Desta vez foi diferente. Estávamos concentrados em fotografar o banho de areia, com aquela luz maravilhosa de fim de tarde, e demorei pra perceber que quatro carros tinham parado para admirar a cena também. Eles chegaram, desligaram o motor, e ficaram olhando. Alguns não estavam nem com câmera, queriam só olhar. Quando os avestruzes se levantaram, subiram o morrinho e sumiram de vista todos ligaram os carros e partiram, não sem antes trocarmos alguns acenos de cabeça. O sorriso dos outros me faz imaginar que eles sentiam o mesmo que a gente, uma sensação de comunhão.

Várias vezes me irrito com a futilidade com que as pessoas se relacionam com a natureza. Pra combater esse sentimento, tento lembrar de momentos como esse e das pessoas que lutam, ou que já choraram ou ficaram pasmadas diante da beleza da natureza.

 

Legendas das fotos

1 – Topetinho-verde (Lophornis chalybeus), macho cortejando a fêmea, Ubatuba – SP, no famoso quintal do sr. Jonas, jul/08.

2 – African hoopoe (Upupa Africana), casal. Estava fotografando a fêmea pousada (direita), de repente chega o macho com um mimo, Kruger, África do Sul, out/08.

3 – Tesourinha-da-mata (Phibalura flavirostris), macho cuidando dos filhotes, Campos do Jordão – SP, nov/09.

4 – Amanhecer na Reserva Serra Bonita, em Camacan – BA, fev/10

5 – Southern Ground-hornbill, (Bucorvus leadbeateri), um macho carregando um petisco para dar pro filhote, Kruger, África do Sul, out/10.

6 – Caracará (Caracara plancus) tentando roubar o peixe da águia-pescadora (Pandion haliaetus), Araguacema – TO, set/11.

7 – Jovem guepardo (Acinonyx jubatus) no Kgalagadi Transfrontier Park, alguns segundos antes de descobrir que não conseguiria pegar o Water Thick-knee (Burhinus vermiculatus), out/11.

8 – Gavião-real (Harpia harpyja), casal, em Parauapebas – PA, dez/11.

9 – Tesoura-do-campo (Alectrurus risora), macho, em Esteros del Iberá, o Pantanal argentino, nov/12.

10 –Dona onça-pintada (Panthera onca) em Porto Jofre, Poconé – MT, jul/13.

11 – Galo-da-serra-andino (Rupicola peruvianus), no Manu National Park, Peru, out/13.

12 – Vervet monkey (Chlorocebus pygerythrus), Kruger, África do Sul, out/13. Estavam brincando, como se fosse capoeira.

13 – European bee-eater (Merops apiaster), Botija, Espanha, mar/15.

14 – Golden-mantled Ground Squirrel (Callospermophilus lateralis), Black Canyon of the Gunnison National Park, Colorado, Estados Unidos, jul/15.

15 – Elk (Cervus elaphus), Rocky Mountain National Park, Colorado, Estados Unidos, jul/15.

16 – Macaco-prego-dourado ou macaco-prego-galego (Sapajus flavius), um dos 25 primatas mais ameaçados do mundo. Baía Formosa – RN, ago/16

17 – Short-beaked Common Dolphin (Delphinus delphis), Monterey, California, Estados Unidos, out/16.

18 – Garibaldi (Chrysomus ruficapillus), nos arrozais de Tremembé – SP, dez/16

19 – Uma aranha-saltadora da família Salticidae. Peruíbe – SP, dez/16.

20 – Fishwatching no litoral norte de São Paulo, Praia de Bora Bora, fev/17.

 

Links

Mais informações sobre fotografia embaixo d´água e macro: http://virtude-ag.com/fotografia-de-natureza-com-cameras-mais-baratas-do-que-celular-fev17-por-claudia-komesu/

Como fazer safáris baratos: http://heart3.me/fav-africa-do-sul/

Campos do Jordão: http://virtude-ag.com/fav-campos-cko/

O Super Trunfo de aves brasileiras para download gratuito: http://virtude-ag.com/super-rg-para-download/

O heart3.me é um site pessoal das viagens minhas, do Cris e do Daniel. O virtude-ag.com é um site colaborativo, qualquer um pode participar. Além de relatos de passeios e viagens, há várias informações para iniciantes.

Qualquer dúvida, me escreva: claudia.komesu@gmail.com. Gosto de conversar sobre natureza, fotografia, divulgação, conservação.