European bee-eater

 

  • Como falar comigo: claudia.komesu@gmail.com
  • Onde moro: São Paulo – SP
  • Sou empresário, formado em economia, patrocinador da Virtude-AG, casado com a Claudia Komesu, gosto muito de fotografia, mas não tenho a menor paciência para edição de imagens ou blogs, por isso é a Claudia quem está escrevendo este texto. (Cristian aprovou este texto, disse que é muito amoroso, mas parece que ele tem 12 anos, e pediu para colocar em negrito que fui eu que escrevi).

Gosto de fotografia desde a adolescência. Passei em economia e em arquitetura (numa época em que era permitido se matricular em dois cursos na USP), mas logo vi que arquitetura não era o que eu queria. Ainda assim, me arrastei pelo curso durante quase dois anos, só para poder usar o laboratório de fotografia da FAU.

Conheci o birdwatching por acaso, em uma viagem ao Pantanal em 1999 com minha primeira esposa, a Zezé, mãe do Daniel. Queríamos ver o ninho de harpia na Serra das Araras, e conhecemos o guia Bráulio Carlos, com quem viajamos depois para o Cristalino.

Birdwatching e fotografia eram coisas separadas: gosto de fotografia de natureza, fiz workshops com o Araquém Alcântara, e sou o tipo de gente que gosta de observar aves com o binóculo. Essa febre de fotografar aves é coisa da Claudia, que não sabia o nome do sabiá-laranjeira (chamava-o de tico-tico-rei, porque era grande e saltitante, ela nem sabia que rei é quem tem coroa). Fui eu que a apresentei ao birdwatching, à fotografia de natureza, e depois ela acabou virando um monstrinho que só pensa em fotografar aves. Ela tem binóculo, mas não carrega. E numa época chegou a me dizer “se não posso fotografar, nem quero saber o que eu perdi”.

Não tenho essa vontade de completar o álbum de figurinhas, não dou valor para uma lista grande ou raridade da espécie. Gosto de fotos bonitas, em especial daquelas que mostram visão do fotógrafo: ou seja, que ele observou a cena e percebeu que naquele instante daria uma boa foto. Ou de fotos de aves com luz especialmente bonita, ou belamente borradas, que trazem sensação de movimento e também do clima. Mas é claro que sempre me interesso pelas aves de rapina, ou aves como colhereiros e guarás, especialmente em voo.

Tenho fotografado pouco por limitações de tempo, mas gosto de observar as aves sem pressa, e de tentar fazer boas fotos. A Claudia passou da fase de querer ver muitas espécies diferentes, apesar de eu sempre incentivá-la a passear e a viajar, mesmo quando não posso ir. Ela disse que sentiu saudades de mim e do Daniel, e não quer mais viajar loucamente como fez em 2009. Comprei um equipamento novo em junho de 2012, uma D800 com uma lente 300 f2.8 e teleconverters. Por enquanto só fomos para Cubatão e para o Jardim Botânico, mas espero voltar a fotografar mais.

 

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